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Mostrando postagens de Outubro, 2013

Fratura diafisária de úmero Placa Ponte por via de acesso Posterior

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Em 1996 iniciei como ortopedista no Hospital Municipal Lourenço Jorge na Barra da Tijuca e naquele mesmo ano inciamos as técnicas minimamente invasivas para tratamento das fraturas, principalmente com a colocação de hastes intramedulares, inicialmente haste não bloqueadas e logo em seguida as placas ponte, principalmente para tratamento das fraturas de fêmur.

Em 1997 desenvolvi uma técnica pessoal para colocação de placas Ponte no Úmero pela via de acesso posterior, essa foi uma técnica pioneira e não começo outra cirurgião que realizasse esse tipo de técnica em 1997. 5 anos após iniciar a técnica publiquei os resultados num Poster no Congresso Brasileiro de Ombro e Cotovelo em 30 de maio a 01 de junho de 2002. Belo Horizonte – MG. Abaixo as fotos de um dos casos, esse caso foi operado em 1999 e a radiografia com resultado final em Maio de 2002.







Fratura de Úmero Placa em Ponte

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O conceito mais moderno de tratamento das fraturas é a osteossíntese minimamente invasiva usando hastes intramedulares ou placas em ponte.
Desde 1997 realizo técnica de placa ponte por via de acesso posterior e inclusive apresentei um Poster no IV Congresso Brasileiro de Ombro e Cotovelo. 2002 Ouro Minas Palace Hotel Belo Horizonte MG. 
Temos dois autores Brasileiros que publicaram em 2004 na Injury o relato de técnica semelhante porém usando a placa em ponte para as fraturas diafisárias pela dupla via de acesso anterior - Livane e Belangeiro - 2004.
Tenho realizado também osteossintese com placa ponte para fraturas metafisárias proximais do Úmero como no caso mostrado Abaixo.






















Marcos Britto da Silva
Ortopedia, Traumatologia e Medicina do Esporte
Botafogo, Rio de Janeiro, RJ
atualizado em 30/10/2013.

Como chegar com saúde aos 85 anos de idade ?

Na década de 1970 os Noruegueses fizeram essa pergunta e iniciaram um estudo prospectivo onde acompanharam aproximadamente de 1000 homens que trabalhavam em escritório ou eram trabalhadores braçais. 
Eles observaram a influencia do estilo de vida na longevidade. Os parâmetros avaliados foram: TabagismoObesidade Sedentarismo Em 2006 o estudo foi encerrado e os dados foram analisados. Somente 31% dos homens chegaram a idade de 85 anos.
As principais conclusões foram: Tabagismo: Somente 22% dos fumantes chegaram a idade de 85 anos, contra 38% dos não fumantes ou seja não fumar dobra a sua chance de chegar vido aos 85 anos. O exercício se mostrou um fator de melhora da longevidade porém não aumentou a saúde dos fumantes, ou seja: se você fuma não adianta fazer exercícios para melhorar a longevidade.
Obesidade A obesidade foi um fator negativo na longevidade: 29% dos obesos moderados alcançaram 85 anos contra 46% dos não obesos. 
Atividades físicas regulares As atividades físicas regulares fo…
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MARCOS BRITTO DA SILVA
Brazil
- Médico Ortopedista Especialista em Traumatologia e Medicina Esportiva - Chefe do Serviço de Ortopedia e Traumatologia do Hospital Pró-Cardíaco, - Professor Convidado da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro, - Membro Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte | SBMEE, Médico do HUCFF-UFRJ, - International Affiliate Member of the AAOS - American Academy of Orthopaedic Surgeons - Membro da Câmara Técnica de Ortopedia e Traumatologia do CREMERJ, - Especialista em Cirurgia do Membro Superior pela Clinique Juvenet - Paris, - Professor da pós Graduação em Medicina do Instituto Carlos Chagas, - Professor Coordenador da Liga de Ortopedia e Medicina Esportiva dos alunos de Medicina da UFRJ, - Membro Titular da SBOT - ( Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia), - Membro Titular da SBTO - ( Sociedade Brasileira de Trauma Ortopédico), - Mestre em Medicina pela Faculdade de Medicina da UFRJ - Internacional Member AO ALUMNI Association, - Internacional Member: The Fédération Internationale de Médecine du Sport,(FIMS)/International Federation of Sports Medicine (http://www.fims.org),