Dr. Marcos Britto da Silva - Ortopedia, Traumatologia e Medicina Esportiva: 08/01/2010 - 09/01/2010

Bula do Artren

>Nome genérico: diclofenaco

MARCAS: Artren, Voltaren, Cataflam

CLASSE DE DROGAS E MECANISMO: O diclofenaco pertence a uma classe de medicamentos chamados anti-inflamatórios não esteróides (AINE) que são usados ​​para o tratamento da dor leve e moderada, febre e inflamação. Outros membros desta classe incluem o ibuprofeno (Motrin, Spidufen), indometacina (Indocic), nabumetona (Relafen), Naproxeno (Aleve) e vários outros. Os AINEs trabalham, reduzindo a produção de prostaglandinas, substâncias químicas que causam dor, febre e inflamação. Os AINEs bloqueam a enzima que faz prostaglandinas (ciclooxigenase), resultando em menor produção de prostaglandinas. Como conseqüência a inflamação, dor e febre são reduzidos. Uma vez que a resposta a diferentes AINE varia de paciente para paciente, não é incomum para um médico para tentar diferentes AINE para qualquer determinada condição. O diclofenaco é liberado para uso nos estados Unidos pelo  FDA desde julho de 1998.

apresentações mais comuns: Comprimidos (libertação lenta): 50 e 75 mg. Comprimidos (libertação imediata): 50 mg. Comprimidos (liberação prolongada): 100mg

ARMAZENAMENTO: O diclofenaco não deve ser armazenado com temperaturas menores  30 ° C  e devem ser protegidos da umidade.

PRESCRITO PARA: O diclofenaco é utilizado principalmente para o tratamento da inflamação e dor causada por doenças como a artrite reumatóide, osteoartrite e espondilite anquilosante. Também é eficaz no tratamento de inflamações dos tecidos moles devido à tendinite e bursite, e tratar a dismenorréia (cólica menstrual).

DOSAGEM: Diclofenaco devem ser tomados com alimentos para reduzir as complicações no estômago. A dose recomendada para a maioria das condições é de 100-200 mg por dia. Intervalos de dosagem depende da formulação de diclofenaco utilizado e da condição a ser tratada.

Interações medicamentosas: O diclofenaco, como outros AINEs está associado a várias interações suspeito ou provável que afetam a ação de outras drogas. Diclofenaco pode aumentar os níveis sanguíneos de lítio, reduzindo a excreção de lítio pelos rins. Aumento dos níveis de lítio pode levar à toxicidade do lítio. Diclofenaco pode reduzir a pressão sanguínea sob o efeito de medicamentos para pressão arterial. Isso pode ocorrer porque as prostaglandinas desempenham um papel na regulação da pressão arterial. Quando o diclofenaco é utilizado em combinação com antibióticos aminoglicosídeos [por exemplo, gentamicina (Garamicina)] os níveis sanguíneos do aminoglicosídeo podem aumentar, presumivelmente porque a eliminação dos aminoglicosídeos do corpo é reduzida. Isso pode levar a mais aminoglicosídeo relacionados com efeitos colaterais.

Indivíduos que tomam anticoagulantes orais ou anticoagulantes [por exemplo, warfarin (Coumadin)] deve evitar diclofenaco porque diclofenaco também afina o sangue, e o sangue afinamento excessivo pode levar a hemorragia.Combinando AINEs com metotrexato (antitumoral) pode reduzir a eliminação do metotrexato do corpo e resultar em efeitos secundários aumentou de metotrexato.GRAVIDEZ: Assim como outros AINEs, o diclofenaco é geralmente evitada durante a gravidez, pois pode afetar o sistema cardiovascular do feto.

Advertências - Artren

Sangramentos ou ulcerações/perfurações gastrintestinais podem ocorrer a qualquer momento durante o tratamento, com ou sem sintomas de advertência ou história prévia. Estes, em geral, apresentam conseqüências mais sérias em pacientes idosos. Nesses raros casos de sangramentos ou ulcerações/perfurações, o medicamento deve ser descontinuado. Assim como com outros agentes antiinflamatórios não-esteróides, reações alérgicas, incluindo-se reações anafiláticas e/ou anafilactóides, poderão também ocorrer em casos raros sem a prévia exposição ao fármaco.Assim como outros AINEs, Cataflan pode mascarar os sinais e sintomas de infecção por causa de suas propriedades farmacodinâmicas.

Precauções -

É imprescindível uma supervisão médica cuidadosa em pacientes portadores de sintomas indicativos de distúrbios gastrintestinais, com história que sugira ulceração gástrica ou intestinal, com colite ulcerativa ou com doença de Crohn, bem como em pacientes com distúrbios da função hepática.
Como com outros agentes antiinflamatórios não-esteróides, pode ocorrer elevação dos níveis de uma ou mais enzimas hepáticas com o uso de Artren. Durante tratamentos prolongados, é recomendável a monitorização da função hepática como medida de precaução. Na ocorrência de sinais ou sintomas indicativos do desenvolvimento de doença hepática ou de outras manifestações (por exemplo, eosinofilia, erupções), ou se testes anormais para a função hepática persistirem ou piorarem, o tratamento com Artren deverá ser descontinuado. Poderá ocorrer hepatite com ou sem sintomas prodrômicos. Deve-se ter cautela ao administrar Artren a pacientes portadores de porfiria hepática, uma vez que o medicamento pode desencadear uma crise.
Pela importância das prostaglandinas para a manutenção do fluxo sangüíneo renal, deve- se dar atenção especial a pacientes com deficiência das funções cardíaca ou renal, a pacientes idosos, a pacientes sob tratamento com diuréticos, e àqueles com depleção de volume extracelular de qualquer origem, como por exemplo nas condições de pré ou pós-operatório no caso de cirurgias de grande porte. Nesses casos, quando da utilização de Artren, é recomendável uma monitorização da função renal como medida de precaução. A descontinuação do tramento é seguida pela recuperação do estado de pré-tratamento.
Durante tratamento prolongado com Artren (como com outros agentes antiinflamatórios não- esteróides), recomenda-se monitorizar o hemograma.
Assim como outros AINEs, Artren pode temporariamente inibir a agregação plaquetária. Pacientes com deficiência de hemostasia devem ser cuidadosamente monitorizados.
Deve- se ter precaução especial com pacientes idosos debilitados ou com aqueles com baixo peso corpóreo, sendo particularmente recomendável a utilização da menor posologia eficaz.

Bula do Voltaren

>
Nome genérico: diclofenaco

MARCAS: Voltaren, Cataflam, Voltaren-XR

CLASSE DE DROGAS E MECANISMO: O diclofenaco pertence a uma classe de medicamentos chamados anti-inflamatórios não esteróides (AINE) que são usados ​​para o tratamento da dor leve e moderada, febre e inflamação. Outros membros desta classe incluem o ibuprofeno (Motrin, Spidufen), indometacina (Indocic), nabumetona (Relafen), Naproxeno (Aleve) e vários outros. Os AINEs trabalham, reduzindo a produção de prostaglandinas, substâncias químicas que causam dor, febre e inflamação. Os AINEs bloqueam a enzima que faz prostaglandinas (ciclooxigenase), resultando em menor produção de prostaglandinas. Como conseqüência a inflamação, dor e febre são reduzidos. Uma vez que a resposta a diferentes AINE varia de paciente para paciente, não é incomum para um médico para tentar diferentes AINE para qualquer determinada condição. O diclofenaco é liberado para uso nos estados Unidos pelo  FDA desde julho de 1998.

apresentações mais comuns: Comprimidos (libertação lenta): 50 e 75 mg. Comprimidos (libertação imediata): 50 mg. Comprimidos (liberação prolongada): 100mg

ARMAZENAMENTO: O diclofenaco não deve ser armazenado com temperaturas menores  30 ° C  e devem ser protegidos da umidade.

PRESCRITO PARA: O diclofenaco é utilizado principalmente para o tratamento da inflamação e dor causada por doenças como a artrite reumatóide, osteoartrite e espondilite anquilosante. Também é eficaz no tratamento de inflamações dos tecidos moles devido à tendinite e bursite, e tratar a dismenorréia (cólica menstrual).

DOSAGEM: Diclofenaco devem ser tomados com alimentos para reduzir as complicações no estômago. A dose recomendada para a maioria das condições é de 100-200 mg por dia. Intervalos de dosagem depende da formulação de diclofenaco utilizado e da condição a ser tratada.

Interações medicamentosas: O diclofenaco, como outros AINEs está associado a várias interações suspeito ou provável que afetam a ação de outras drogas. Diclofenaco pode aumentar os níveis sanguíneos de lítio, reduzindo a excreção de lítio pelos rins. Aumento dos níveis de lítio pode levar à toxicidade do lítio. Diclofenaco pode reduzir a pressão sanguínea sob o efeito de medicamentos para pressão arterial. Isso pode ocorrer porque as prostaglandinas desempenham um papel na regulação da pressão arterial. Quando o diclofenaco é utilizado em combinação com antibióticos aminoglicosídeos [por exemplo, gentamicina (Garamicina)] os níveis sanguíneos do aminoglicosídeo podem aumentar, presumivelmente porque a eliminação dos aminoglicosídeos do corpo é reduzida. Isso pode levar a mais aminoglicosídeo relacionados com efeitos colaterais.

Indivíduos que tomam anticoagulantes orais ou anticoagulantes [por exemplo, warfarin (Coumadin)] deve evitar diclofenaco porque diclofenaco também afina o sangue, e o sangue afinamento excessivo pode levar a hemorragia.Combinando AINEs com metotrexato (antitumoral) pode reduzir a eliminação do metotrexato do corpo e resultar em efeitos secundários aumentou de metotrexato.GRAVIDEZ: Assim como outros AINEs, o diclofenaco é geralmente evitada durante a gravidez, pois pode afetar o sistema cardiovascular do feto.


Advertências - VOLTAREN

Sangramentos ou ulcerações/perfurações gastrintestinais podem ocorrer a qualquer momento durante o tratamento, com ou sem sintomas de advertência ou história prévia. Estes, em geral, apresentam conseqüências mais sérias em pacientes idosos. Nesses raros casos de sangramentos ou ulcerações/perfurações, o medicamento deve ser descontinuado. Assim como com outros agentes antiinflamatórios não-esteróides, reações alérgicas, incluindo-se reações anafiláticas e/ou anafilactóides, poderão também ocorrer em casos raros sem a prévia exposição ao fármaco.Assim como outros AINEs, VOLTAREN pode mascarar os sinais e sintomas de infecção por causa de suas propriedades farmacodinâmicas.

Precauções - VOLTAREN

É imprescindível uma supervisão médica cuidadosa em pacientes portadores de sintomas indicativos de distúrbios gastrintestinais, com história que sugira ulceração gástrica ou intestinal, com colite ulcerativa ou com doença de Crohn, bem como em pacientes com distúrbios da função hepática.
Como com outros agentes antiinflamatórios não-esteróides, pode ocorrer elevação dos níveis de uma ou mais enzimas hepáticas com o uso de VOLTAREN. Durante tratamentos prolongados, é recomendável a monitorização da função hepática como medida de precaução. Na ocorrência de sinais ou sintomas indicativos do desenvolvimento de doença hepática ou de outras manifestações (por exemplo, eosinofilia, erupções), ou se testes anormais para a função hepática persistirem ou piorarem, o tratamento com VOLTAREN deverá ser descontinuado. Poderá ocorrer hepatite com ou sem sintomas prodrômicos. Deve-se ter cautela ao administrar VOLTAREN a pacientes portadores de porfiria hepática, uma vez que o medicamento pode desencadear uma crise.
Pela importância das prostaglandinas para a manutenção do fluxo sangüíneo renal, deve- se dar atenção especial a pacientes com deficiência das funções cardíaca ou renal, a pacientes idosos, a pacientes sob tratamento com diuréticos, e àqueles com depleção de volume extracelular de qualquer origem, como por exemplo nas condições de pré ou pós-operatório no caso de cirurgias de grande porte. Nesses casos, quando da utilização de VOLTAREN, é recomendável uma monitorização da função renal como medida de precaução. A descontinuação do tramento é seguida pela recuperação do estado de pré-tratamento.
Durante tratamento prolongado com VOLTAREN (como com outros agentes antiinflamatórios não- esteróides), recomenda-se monitorizar o hemograma.
Assim como outros AINEs, VOLTAREN pode temporariamente inibir a agregação plaquetária. Pacientes com deficiência de hemostasia devem ser cuidadosamente monitorizados.
Deve- se ter precaução especial com pacientes idosos debilitados ou com aqueles com baixo peso corpóreo, sendo particularmente recomendável a utilização da menor posologia eficaz.

What is the best Hospital in Rio de Janeiro?

I perform my surgery in Rio de Janeiro at  PróCardíaco Hospital. We have an emergency service 24 hours able to attend the main medical emergency 24/7. In cases of  fractures and Trauma you must go to the Emergency Room of Hospital which is located at Rua General Polidoro, 192, Botafogo, Rio de Janeiro. Ask to call the team of Prof. Marcos Britto, I personally or any member of my staff will assist you in a few minutes.

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NON EMERGENCY SERVICES MUST HAVE PRIOR AUTORIZATION.

Marcos Britto da Silva
Othopedic Surgeon
Rio de Janeiro, Brazil.

Métodos Proibidos nos Esportes

Outros Métodos proibidos nos Esportes

M1. Aumento do Carreamento de Oxigênio:
a. Doping sanguíneo, incluindo o uso de sangue autólogo,
homólogo ou heterólogo, ou de produtos contendo glóbulos
vermelhos de qualquer origem.
b. Aumento artificial da captação, transporte ou aporte de
oxigênio, dentre outros, perfluoroquímicos, efaproxiral (RSR 13) e
produtos à base de hemoglobina modificada (como substitutos de
sangue com base em hemoglobina e produtos com hemoglobina
microencapsulada).

M2. Manipulação Química e Física:
1. Manipular ou tentar manipular, visando alterar a integridade e validade das amostras coletadas no controle de dopagem, como, dentre outras possibilidades, a substituição e/ou alteração da urina.

2. Infusões intravenosas são proibidas. Em caso de emergência médica em que o método for necessário, Isenção de Uso Terapêutico retroativa será necessária.

M3. Doping Genético: 
O uso não terapêutico de células, genes, elementos genéticos, ou a modulação da expressão genética, que tenham a capacidade de aumentar o desempenho do atleta, é proibido.
IV. Substâncias e métodos proibidos em competição.

Além das categorias S1 a S5 e M1 a M3, definidas anteriormente, que são proibidas em competição, devem ser consideradas: 

Substâncias Proibidas em Geral:

S6. Estimulantes: Todos os estimulantes são proibidos, incluindo seus isômeros óticos (D- e L-) quando relevantes, exceto derivados de imidazol para uso tópico e aqueles estimulantes incluídos no programa de monitoramento de 2008.
S7. Narcóticos: Buprenorfina, dextromoramida, diamorfina (heroína), fentanil e seus derivados, hidromorfona, metadona, morfina, oxicodona, oximorfona, pentazocina e petidina.
S8. Canabinoides: Canabinoides (Exemplos: haxixe e maconha).
S9. Glicocorticosteroides: Todos os glicocorticosteroides são proibidos quando administrados por via oral, retal, intramuscular ou endovenosa. Seu uso terapêutico requer a aprovação de uma Isenção de Uso Terapêutico (TUE).
Substâncias Proibidas em Determinados Esportes:

P1. Álcool: Álcool (etanol) é proibido somente em competição, nos esportes abaixo relacionados. A detecção será feita por análise respiratória e/ou pelo sangue. O limite permitido (em valores hematológicos) por cada Federação ou Confederação está indicado entre parênteses.
Aeronáutica FAI (0,20 g/L)
Arco e flecha FITA, IPC (0,10 g/L)
Automobilismo FIA (0,10 g/L)
Boliche CMSB, IPC (0,10 g/L)
Lancha de potência UIM (0,30 g/L)
Karatê WKF (0,10 g/L)
Motociclismo FIM (0,10 g/L)
Pentatlo Moderno (em tiro) UIPM (0,10 g/L)
P2. Betabloqueadores - Quando não especificados, betabloqueadores são proibidos somente em competição nos seguintes esportes:
Aeronáutica FAI
Arco e flecha (proibido também fora de competição) FITA, IPC
Automobilismo FIA
Bilhar WCSB
Bobsleigh FIBT
Boliche CSMB, IPC
Boliche com 9 pinos FIQ
Bridge FMB
Curling WCF
Esqui/Snowboarding (salto com esqui e estio livre em snow board)
FIS
Ginástica FIG
Lancha de potência UIM
Luta FILA
Motociclismo FIM
Pentatlo Moderno (para disciplinas envolvendo tiro) UIPM
Tiro (proibido também fora de competição) ISSF, IPC
Vela (somente para os timoneiros em match race) ISAF
Substâncias Especificadas: Beta-2-agonistas, quando usados por inalação, exceto o salbutamol superior a 1000ng/ml e clembuterol; 
Inibidores de alfa-redutase e probenecida; Catina, cropropamida, crotetamida, efedrina, etamivan, famprofazona, fenprometamina, heptaminol, isometepteno, levmetanfetamina, meclofenoxato, p-metilanfetamina, metilefedrina, niquetamida, norfenefrina, octopamina, ortetamina, oxilofrina, propilexedrina, selegilina, sibutramina, tuaminoheptano, e qualquer estimulante não mencionado especificamente na seção S6, quando o atleta preencher as condições lá descritas; Canabinoides; Glicocorticoesteroides; Álcool; Betabloqueadores.
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Rio de Janeiro, RJ, Brasil
atualizado em 14/08/2013

Medicamentos Proibidos nos Esportes


Substâncias proibidas (ilícitas)

S1. Agentes Anabólicos.
1. Esteroides androgênicos anabólicos (EAA):
a. EAA exógenos.
b. EAA endógenos.
2. Outros agentes anabólicos, dentre outros, clembuterol, moduladores
seletivos de receptores, androgênicos (MSRAs, “SARMs”),
tibolona, zeranol, zilpaterol.
S2. Hormônios, Substâncias Afins e seus Fatores de Liberação:
1. Eritropoietina (EPO);
2. Hormônio do crescimento humano (hGH), fator de crescimento semelhante à insulina (IGF-1) e fatores de crescimento mecânicos (MGFs);
3. Gonadotrofinas (hCG,LH etc.) proibidas somente em homens;
4. Insulinas;
5. Corticotrofinas;
6. Outras substâncias com estrutura química similar ou efeito biológico(s) similar(es).
10 Suplemento – Rev Bras Med Esporte – Vol. 15, No 2 – Mar/Abr, 2009
S3. Beta-2- Agonistas: 
Todos os beta-2-agonistas, tanto isômeros D- como L-, são proibidos.
S4. Agentes com Atividade Anti-Estrogênica.
1. Inibidores da aromatase, dentre outros, anastrozola, letrozola, aminoglutetimida, exemestano, formestano, testolactona.
2. Moduladores de receptor seletivo a estrógenos (SERMs), dentre outros, raloxifeno , tamoxifeno, toremifeno.
3. Outras substâncias antiestrogênicas, dentre outras, clomifeno, ciclofenila, fulvestranto.
4. Agentes modificadores da função(ões) da miostatina, dentre outros, inibidores da miostatina.
S5. Diuréticos e Outros Agentes Mascarantes: 
Diuréticos, epitestosterona, probenecida, inibidores da alfa redutase, (como a finasterida, dutasterida), expansores de plasma (como a albumina, o dextran e o hidroxietilamido) e outras substâncias com efeito(s) biológico(s) similar(es).
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Rio de Janeiro, RJ, Brasil
atualizado em 14/08/2010

Reposição de Agua, Sódio e Carboitratos no Esporte

Foi demonstrado ainda que a ingestão de líquidos, independenteda presença de carboidrato, melhora o desempenho para a primeira hora de exercício aeróbio em alta intensidade. Como a desidratação decorrente do exercício pode ocorrer não apenas devido à sudorese intensa, mas, também, devido à ingestão insuficiente e/ou deficiente absorção de líquidos, é importante reconhecer os elementos que influem na qualidade da hidratação.
Água
A água é uma boa opção de reidratação para o exercício por ser facilmente disponível, barata e ocasionar esvaziamento gástrico relativamente rápido. Entretanto, para as intermitentes, de mais de uma hora de duração, ou para as atividades de menor duração e de elevada intensidade como o futebol, basquetebol, tênis e handebol, poderá apresentar as desvantagens de não conter sódio e carboidratos e de ser insípida, favorecendo a desidratação voluntária e dificultando o processo de equilíbrio hidroeletrolítico. A desidratação voluntária é verificada quando se compara a hidratação com água com a hidratação com bebidas contendo sabor.
Sódio
As reservas de eletrólitos, como a concentração de sódio no sangue, por exemplo, são muito bem reguladas pelos rins através de respostas hormonais da aldosterona e vasopressina. Porém, em muitas situações de exercício intenso e prolongado e hábitos alimentares restritivos, justifica-se a adição de alguns eletrólitos às bebidas esportivas, principalmente o sódio, e também cloro e potássio, a qualquer tempo. A perda de sódio através da sudorese justifica sua ingestão durante o exercício, em algumas situações. Sua concentração no suor varia individualmente, de acordo com fatores como a idade, grau de condicionamento e a aclimatização ao calor. A concentração média de sódio no suor de um adulto está em torno de 40mEq/L. Supondo que um indivíduo de 70kg corra por três horas e perca dois litros de suor por hora, a perda total de sódio é de 240mEq, ou seja, 10% do total existente no espaço extracelular. Essa perda seria irrelevante, não fosse o risco de hiponatremia, concentração de sódio plasmático menor que 130mEq·l-1, decorrente de reposição hídrica com líquidos isentos de sódio ou com pouco sódio, principalmente em eventos muito prolongados. A diminuição da osmolaridade plasmática produz um gradiente osmótico entre o sangue e o cérebro, causando apatia, náusea, vômito, consciência alterada e convulsões, que são algumas das manifestações neurológicas da hiponatremia. A inclusão de sódio nas bebidas reidratantes promove maior absorção de água e carboidratos pelo intestino durante e após o exercício. Isso se dá porque o transporte de glicose na mucosa do enterócito é acoplado com o transporte de sódio, resultando em maior absorção de água. Em exercícios prolongados, que ultrapassam uma hora de duração, recomenda-se beber líquidos contendo de 0,5 a 0,7g.l-1 (20 a 30mEq·l-1) de sódio, que corresponde a concentração similar ou mesmo inferior àquela do suor de um indivíduo adulto, recomendação a ser estudada caso a caso quando o exercício for de alta intensidade e para algumas modalidades, mesmo que emmenor duração.
Carboidrato
A ingestão de carboidratos durante atividades prolongadas, acima de uma hora, melhora o desempenho e pode retardar a fadiga nas modalidades esportivas que envolvem exercícios intermitentes e de alta intensidade. A ingestão de carboidratos previne a queda da glicemia após duas horas de exercício. Existem estudos indicando que uma bebida com 8% de carboidrato ocasiona maior lentidão na absorção e no esvaziamento gástrico, em comparação com a água e as bebidas que contêm até 6% de carboidrato. Preferencialmente, deve ser utilizada uma mistura de glicose, frutose e sacarose. O uso isolado de frutose pode causar distúrbios gastrintestinais e retardar sua absorção. A reposição necessária de carboidratos para manter a glicemia e retardar a fadiga é de 30 a 60g por hora, com concentração de 4 a 8g/decilitro. Mesmo com uso combinado de diversos carboidratos,sua ingestão não deve exceder 80g/hora. Maior concentração de carboidratos poderá ser ingerida em intervalos maiores de tempo, por exemplo, 20 a 30 minutos, situações vivenciadas em exercícios de baixa intensidade e longa duração, como nas provas de aventura, caminhadas longas, expedições em altitudes elevadas ou mesmo em treinamento de natação. A utilização de gel energético durante o exercício vem sendo cada vez mais frequente e cumpre o papel na reposição de carboidratos. Porém, seu uso deve ser acompanhado da ingestão regular de água, para que a associação garanta a manutenção do desempenho de um organismo corretamente hidratado. A seleção da bebida deve ser precedida de leitura cuidadosa de seus componentes. Normalmente, os valores são para porções de 100ml. Assim, uma bebida que contenha 60g/litro terá 6g/100ml de carboidratos. Por força da lei, as informações nutricionais constam do rótulo do produto. Outros elementos que afetam a eficácia de uma bebida esportiva O esvaziamento gástrico é facilitado com a ingestão de líquidos com baixo teor calórico, sendo a absorção intestinal otimizada com líquidos isosmóticos, entre 200 e 260mosmol/kg. A ingestão de líquidos hipertônicos poderia causar a secreção de água do organismo para a luz intestinal. Vários outros fatores referentesà palatabilidade do líquido afetam a ingestão voluntária, como a temperatura, doçura, intensidade do gosto e acidez, além da sensação de sede e das preferências pessoais. A ingestão de bebidas geladas influi apenas na palatabilidade, facilitando sua ingestão. Não existem evidências atuais de que bebidas geladas facilitem a absorção da água ou nutrientes que as acompanham. Alguns afirmam que ao chegar ao estômago, a temperatura do líquido ingerido já será próxima da temperatura corporal.

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Rio de Janeiro, RJ, Brasil
atualizado em 14/08/2013

Reposição de Proteinas e Lipídios nos Exercícios

Proteínas

As necessidades proteicas de atletas têm recebido atenção especial dos investigadores nas últimas décadas por fazerem parte essencial no reparo de microlesões musculares decorrentes da prática esportiva. Essas necessidades aumentam com o tipo de exercício praticado, sua intensidade, duração e frequência e não há uma definição em relação a diferenças quanto ao sexo. Os exercícios de força exigem maior consumo de proteínas quando comparadas com as demandas exigidas pelos trabalhos de resistência. Para aqueles que têm por objetivo aumento de massa muscular, sugere-se a ingestão de 1,6 a 1,7 gramas por quilo de peso, por dia. Para os esportes em que o predomínio é a resistência, as proteínas têm um papel auxiliar no fornecimento de energia para a atividade, calculando-se ser de 1,2 a 1,6g/kg de peso a necessidade de seu consumo diário. Os atletas devem ser conscientizados de que o aumento do consumo proteico na dieta além dos níveis recomendados não leva aumento adicional da massa magra. Há um limite para o acúmulo de proteínas nos diversos tecidos.


  Lipídios

Um adulto necessita diariamente cerca de 1g de gordura porkg/peso corporal, o que equivale a 30% do valor calórico tota (VCT) da dieta. A parcela de ácidos graxos essenciais deve ser de 8 a 10g/dia. Para os atletas, tem prevalecido a mesma recomendação nutricional destinada à população em geral, ou seja, as mesmas proporções de ácidos graxos essenciais, que são: 10% de saturados, 10% de polinsaturados e 10% de monoinsaturados. Alguns estudos sugerem um efeito positivo de dietas relativamente altas em gorduras no desempenho atlético e têm proposto a suplementação de lipídios de cadeia média e longa, poucas horas antes ou durante o exercício, com a finalidade de poupar o glicogênio muscular. Diante da falta de evidências científicas consistentes, recomenda-se não usar esse tipo de suplementação. Por outro lado, os praticantes devem seguir essas recomendações gerais e assegurar que a ingestão de lipídios não seja excessivamente baixa. Estudos sugerem que níveis abaixo de 15% do VET já produzem efeitos negativos. Quando dietas com restrição de lipídios forem necessárias, as cotas em relação ao aporte calórico total devem conter menos do que 8% para as gorduras saturadas, mais do que 8% para as monoinsaturadas e de 7 a 10% para as polinsaturadas.

Rio de Janeiro, RJ, Brasil
atualizado em 12/08/2010

Carboidratos e Exercícios

O exercício prolongado reduz acentuadamente os níveis de glicogênio muscular, obrigando a constante preocupação com sua correta reposição, fundamental para manter seu efeito ergogênico, necessário em todas as atividades esportivas, em todos os seus níveis, mas principalmente nos de alta intensidade e longa duração. No entanto, observa-se baixa adesão dos atletas, de diferentes modalidades, ao seu consumo na quantidade correta.A escolha dos alimentos fontes de carboidrato, assim como a preparação da refeição que antecede o evento esportivo, deve respeitar as características gastrintestinais individuais dos atletas. A recomendação do fracionamento da dieta em três a cinco refeições diárias deve considerar o tempo de digestão necessária para a refeição pré-treino ou prova. O tamanho da refeição e sua composição em quantidades de proteínas e fibras podem exigir mais de três horas para o esvaziamento gástrico. Na impossibilidade de esperar por esse tempo para a digestão, pode se evitar o desconforto gástrico com refeições pobres em fibras e ricas em carboidratos. Sugere-se escolher uma preparação com consistência leve ou líquida, com adequação na quantidade de carboidratos. Assim, a refeição que antecede os treinos deve ser suficiente na quantidade de líquidos para manter hidratação, pobre em gorduras e fibras para facilitar o esvaziamento gástrico, rica em carboidratos para manter a glicemia e maximizar os estoques de glicogênio, moderada na quantidade de proteína e deve fazer parte do hábito alimentar do atleta.
A energia consumida durante os treinos e competições depende da intensidade e duração dos exercícios, sexo dos atletas e o estado nutricional inicial. Quanto maior a intensidade dos exercícios, maior será a participação dos carboidratos como fornecedores de energia. A contribuição da gordura pode ser importante para todo o tempo em que durar o exercício, tendendo a se tornar mais expressiva quando a atividade se prolonga e se mantém em intensidade francamente aeróbia. Contudo, a proporção de energia advinda da gordura tende a diminuir quando a intensidade de exercício aumenta, o que exige maior participação dos carboidratos. A proteína, com a maior duração do exercício, aumenta sua participação, o que contribui para a manutenção da glicose sanguínea, principalmente por meio da gliconeogênese hepática.
Estima-se que a ingestão de carboidratos correspondente a 60 a 70% do aporte calórico diário atende à demanda de um treinamento esportivo. Para otimizar a recuperação muscular recomenda-se que o consumo de carboidratos esteja entre 5 e 8g/kg de peso/dia. Em atividades de longa duração e/ou treinos intensos há necessidade de até 10g/kg de peso/dia para a adequada recuperação do glicogênio muscular e/ou aumento da massa muscular. A quantidade de glicogênio consumida depende, naturalmente, da duração do exercício. Para provas longas, os atletas devem consumir entre 7 e 8g/kg de peso ou 30 a 60g de carboidrato, para cada hora de exercício, o que evita hipoglicemia, depleção de glicogênio e fadiga. Frequentemente, os carboidratos consumidos fazem parte da composição de bebidas especialmente desenvolvidas para atletas. Após o exercício exaustivo, recomenda-se a ingestão de carboidratos simples entre 0,7 e 1,5g/kg peso no período de quatro horas, o que é suficiente para a ressíntese plena de glicogênio muscular.

Rio de Janeiro, RJ, Brasil
atualizado em 11/08/2010

AVALIAÇÃO NUTRICIONAL

Ponto de partida para se conhecerem os hábitos alimentares e detectar imperfeições, a avaliação nutricional tem na anamnese criteriosa a oportunidade de estabelecer vínculo entre o atleta e o profissional de saúde, que permitirá mudanças favoráveis com objetivo de otimizar seu desempenho esportivo, sem prejuízo à saúde, respeitando suas preferências e regras atuais, e permitindo que as transforme em rotina. As necessidades nutricionais podem ser calculadas através de protocolos apropriados, sendo estimadas por meio de tabelas próprias. Aqui, devem ser levados em consideração a modalidade esportiva praticada, a fase de treinamento, o calendário de competições, os objetivos da equipe técnica em relação ao desempenho, dados referentes ao metabolismo basal, demanda energética de treino, necessidades de modificação da composição corporal e fatores clínicos presentes, como as condições de mastigação, digestão e absorção. 
As necessidades energéticas são calculadas por meio da soma da necessidade energética basal (protocolo de livre escolha), gasto energético médio em treino e consumo extra ou reduzido para controle de composição corporal. Levando-se em consideração o consumo calórico total e o tempo entre digestão e aproveitamento metabólico, determina-se a quantidade necessária de macronutrientes, ou seja, carboidratos, proteínas e lipídios, essenciais na manutenção ou melhora do desempenho esportivo e saúde do corpo humano. Em relação aos micronutrientes, ou seja, vitaminas, minerais e oligoelementos, permanece o conceito de que, quando presentes em dietas balanceadas e com diversidade de alimentos, são suficientes para a demanda requerida pelos praticantes de atividade física regular, ficando a suplementação para ocasiões especiais, como em praticantes de atividade física com anemia ferropriva, gestantes, por exemplo. 
O ajuste das dietas, em termos de macronutrientes, às maiores necessidades calóricas decorrentes das atividades desportivas, deve proporcionar um concomitante ajuste no consumo dos micronutrientes. Recomenda-se que sejam consideradas as orientações nutricionais destinadas à população em geral, calculadas proporcionalmente à cada 1.000 quilocalorias ingeridas. Desse modo, o incremento na oferta de micronutrientes é proporcional
ao aumento calórico da dieta, mantendo-se o equilíbrio ou balanço nutricional em níveis adequados.

Rio de Janeiro, RJ, Brasil
atualizado em 10/08/2010

Morte Súbita no Esporte

ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS:

O sedentarismo é condição indesejável e representa risco para a saúde. Há relação direta  entre o estilo de vida ativo, a possibilidade de morte e uma melhor qualidade de vida Os indivíduos fisicamente aptos e treinados tendem a apresentar menor incidência da maioria das doenças crônico-degenerativas.  Portanto tem uma maior espectativa de vida, explicável por uma série de benefícios fisiológicos e psicológicos, decorrentes da prática regular da atividade física

AVALIAÇÃO PRÉ-PARTICIPAÇÃO:

Conforme as características da população a ser avaliada, os objetivos da atividade física e a disponibilidade de infraestrutura e de pessoal qualificado, a complexidade da avaliação pode variar desde a simples aplicação de questionários até exames médicos e funcionais sofisticados; Indivíduos sintomáticos e/ou com importantes fatores de risco para doenças cardiovasculares, metabólicas, pulmonares e do sistema locomotor, que poderiam ser agravadas pela atividade física, exigem avaliação médica especializada, para definição objetiva de eventuais restrições e a prescrição correta de exercícios.

PRESCRIÇÃO:

Um programa regular de exercícios físicos deve possuir pelo menos três componentes: aeróbio, sobrecarga muscular e flexibilidade, variando a ênfase em cada um de acordo com a condição clínica e os objetivos de cada indivíduo A prescrição adequada de atividade física deve contemplar as variáveis tipo: duração, intensidade e freqüência semanal; A parte aeróbia do exercício deve ser feita, se possível, todos os dias, com duração mínima de 30 a 40 minutos. Uma forma prática e muito comum de controle da intensidade do exercício aeróbio é a medida da freqüência cardíaca;

Atividade Física e Saúde

Exercícios de sobrecarga muscular e flexibilidade são mais importantes a partir dos 40 anos de idade. Devem ser realizados pelo menos duas a três vezes por semana, contemplando os principais grupos musculares e articulações; O treinamento da flexibilidade deve envolver os principais movimentos corporais, realizados lentamente, até causar ligeiro desconforto, para então, ser mantidos por cerca de dez a 20 segundos, devendo ser praticados antes e depois da parte aeróbia.

Esse artigo não é de autoria do Dr. Marcos Britto da Silva e foi baseado na diretriz sobre morte súbita realizado pela Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte e a AMB – Associação Médica Brasileira. leia mais em http://www.medicinadoesporte.org.br/

Rio de Janeiro, RJ, Brasil
atualizado em 08/08/2013

Dor na Região Anterior do Joelho

A Condromalacia e Condropatia Patelar da rotula são patologias muito comum no Joelho. A condromalacia é um "amolecimento da cartilagem". A condromalacia ocorre por excesso de pressão entre a cartilagem da troclea femural e da cartilagem da rótula. A condropatia se refere a cartilagem doente. Essa patologia provoca dor na parte anterior do joelho.

A rotula é o mesmo que patela?
Sim, o nome rótula é o nome mais novo, publicado na última nomina anatómica, porém continuamos usando o nome patela, com por exemplo articulação patelo femoral, não usamos rotineiramente o nome articulação femuro rotuliana ou rotulo femoral.

A condromalacia rotuliana é mais frequente nas mulheres?
Sim, a mulher tem uma maior a desgaste da cartilagem do Patela devido ao alinhamento dos membros inferiores, a mulher tem uma inclinação um pouco maior do ângulo do joelho (geno valgo) e tem piores hábitos posturais para sentar.

Como surge a condromalacia?
A condromalacia rotuliana é uma patologia de evolução lenta, demora anos para se desenvolver. Ocorre devido a hiperpressão entre a Rotula e  o fémur durante o movimento de flexo extensão do joelho. Pode ser também provocada por lesões traumáticas agudas ou repeditas no Joelho com por exemplo realizar chutes repetidos com o joelho ou até mesmo subir e descer escada.

Biomecanicamente como surge a condromalacia?
A rotula é o osso no organismo que sofre a maior stress de cizalhamento, a força de cizalhamento da articulação patelofemural  é de aproximadamente 7 vezes o peso corporal. Ou seja numa pessoa de 72 Kg a força de cizalhamento é de aproximadamente 500Kg! Conhecendo esses números fica fácil entender que pequenas mudanças biomecânicas podem provocar lesões na cartilagem da rotula.

Quais os principais sintomas da Condropatia patelar?
O principal sintoma é a dor na face anterior do joelho que piora com os movimentos de flexo extensão ativa. A dor é uma queixa comum para subir e descer escadas, pisar na embreagem, abaixar, dor ao levantar depois de ficar muito tempo sentada ( exemplo ao levantar do ónibus ou sair do cinema)

Como é feito o tratamento do condromalacia da Rótula?
O tratamento inicialmente é não operatório, com medicação e fisioterapia, porém alguns casos requerem cirurgia. o médico irá analisar se há alguns problema estrutural e instituirá a terapêutica adequada a cada caso.

Qual o melhor tratamento para a condromalacia e a condropatia?
O melhor tratamento dever'a ser determinado pelo seu ortopedista.

Perguntas e comentários sobre o pós operatório de cirurgias de Joelho?
Tenho recebido várias perguntas e comentários solicitando orientações sobre o pós operatório realizado por outro profissional, principalmente sobre cirurgias no Joelho. Vou reafirmar para que não fique dúvida: não faço consultas pela internet, esse não é o foco desse blog.
Não é ético emitir opiniões ou fazer comentários sobre pacientes ao qual o médico não tenha tido a oportunidade de examinar.
O relato do paciente por escrito referente ao seu caso não necessariamente reflete exatamente a situação médica. Se você tiver dúvida em relação ao pós operatório da sua cirurgia ligue para o seu médico, não procure respostas com o Dr. Google ( sites, blogs, yahoo respostas, etc) Todos os meus pacientes em pós operatório tem o meu celular e podem me ligar a qualquer hora em casos de urgência.

Leia mais sobre hábitos posturais e dor no joelho

Dr. Marcos Britto da Silva
Ortopedista, Traumatologista e Médico do Esporte
Rio de Janeiro, RJ, Brasil

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