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Mostrando postagens de Novembro, 2018

Tenho um joelho varo e sofro muito com isso

Se o problema não é funcional, ou seja não irá prejudicar as funções do dia a dia e nem evoluir para artrose,  e somente estético ao realizar a cirurgia o paciente pode não ficar satisfeito. Ao operar sai a perna torna e entra uma cicatriz.

Mesmo uma cirurgia bem indicada num paciente com problema de auto imagem pode não agradar ao paciente, mesmo com um resultado funcional muito bom.
Podemos imaginar a seguinte situação:
- O paciente com alteração da auto imagem fala após a cirurgia: meu joelho era torno porém agora ele está horrível com essa cicatriz, parece uma lacraia tatuada na minha perna!

Pode inclusive continuar sofrendo. Sugiro sempre que o paciente mostre seu joelho ao ortopedista para saber se há indicação do ponto de vista ortopédico, que em geral irá indicar a cirurgia para melhorar a função e prevenir a artrose no futuro.

Porém se o problema é estético e não tem indicação cirúrgica do ponto de vista funcional uma conversa com um um psicanalista pode ajudar a superar a nã…

Diabetes, Osteoporose e Sarcopenia

Pessoas com diabetes tem maior risco de desenvolver osteoporose ?As pessoas com diabetes do tipo 1 ou tipo 2 (DM1, DM2) apresentam um risco de fratura significativamente maior do que pessoas sem diabetes.
Quais as causas das fraturas em pacientes diabéticos ?Esse risco aumentado é atribuído a déficits específicos da doença na microarquitetura e propriedades do material do tecido ósseo. Portanto, efeitos independentes dos medicamentos para diabetes na integridade do esqueleto são de vital importância. 
Qual a relação o uso de medicamentos para tratar o diabetes e o risco de fraturas ?Estudos de terapias baseadas em incretinas ( insulina, glucagon, amilina, GLP-1 (glucagon-like peptide-1) e GIP (glucose-dependent insulinotropic polypeptide)mostraram efeitos divergentes de diferentes agentes no risco de fratura, incluindo efeitos prejudiciais, benéficos e neutros. 
Acredita-se que a classe das sulfoniluréias ( são fármacos que promovem a liberação de insulina a partir das células beta do pâ…

Osteosarcopenia

Osteosarcopenia é uma combinação de sarcopenia, perda me massa muscular e osteoporose, baixa densidade mineral óssea. Com base na relação entre osso e músculo, esta associação de doenças está associado a um maior risco de quedas, fraturas, dependência e custos de cuidados de saúde do que seus componentes individuais.
Quais os indivíduos estão mais propensos a desenvolver a osteosarcopenia? Pode ocorrer em jovens porém é mais comum em pacientes mais velhos. Dadas suas características, pode ser considerada como uma nova síndrome geriátrica. Portanto, entender sua fisiopatologia e diagnóstico, bem como seu manejo não farmacológico e farmacológico, é uma tarefa de grande importância.  Quais os desafios para o ortopedista ao tratar a osteosarcopenia?  O problema em abordar essa doença surge da tradição de gerenciar a sarcopenia e a osteoporose separadamente. Há também uma falta de consenso sobre como chamá-lo (sarco-osteopenia, sarco-osteoporose, osteo-sarcopenia, osteossarcopenia).  O que…

O osso doi ?

O osso é inervado?  Sim, Nervos foram identificados no ossos.  Sua função recentemente se tornou o foco de estudo intenso. O Controle metabólico do osso é influenciado pelo sistema nervoso. Transmissores em potencial dessa influência incluem: glutamato, relacionado ao gene da calcitonina proteína (CGRP), substância P, peptídeo intestinal vasoativo (VIP), adenilato ciclase pituitária ativando polipeptídeo (PACAP), leptina catecolaminas. Distúrbios do Sistema Nervoso - central ou periférica - podem ter influência significativa sobre a saúde  e reparação óssea. Esses distúrbios tem potenciais influências neurais em condições como  Osteoporose consolidação da fratura, osteoartropatia de Charcot, síndromes de dor músculo-esquelética, ossificação heterotópica, crescimento  e desenvolvimento do esqueleto relacionadas à obesidade  INTRODUÇÃO Ao presenciarmos um paciente com fratura, nenhum cirurgião ortopédico duvida que o osso doi. No entanto, a suposição era sempre que só o periósteo, e não o…
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MARCOS BRITTO DA SILVA
Brazil
- Médico Ortopedista Especialista em Traumatologia e Medicina Esportiva - Chefe do Serviço de Ortopedia e Traumatologia do Hospital Pró-Cardíaco, - Professor Convidado da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro, - Membro Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte | SBMEE, Médico do HUCFF-UFRJ, - International Affiliate Member of the AAOS - American Academy of Orthopaedic Surgeons - Membro da Câmara Técnica de Ortopedia e Traumatologia do CREMERJ, - Especialista em Cirurgia do Membro Superior pela Clinique Juvenet - Paris, - Professor da pós Graduação em Medicina do Instituto Carlos Chagas, - Professor Coordenador da Liga de Ortopedia e Medicina Esportiva dos alunos de Medicina da UFRJ, - Membro Titular da SBOT - ( Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia), - Membro Titular da SBTO - ( Sociedade Brasileira de Trauma Ortopédico), - Mestre em Medicina pela Faculdade de Medicina da UFRJ - Internacional Member AO ALUMNI Association, - Internacional Member: The Fédération Internationale de Médecine du Sport,(FIMS)/International Federation of Sports Medicine (http://www.fims.org),